
Em resposta ao editorial publicado no dia 9 de abril pelo Jornal da Lagoa, a Igreja Assembleia de Deus, representando sua liderança e a comissão organizadora da EBOM (Escola Bíblica de Obreiros e Membros) e da AGO (Assembleia Geral Ordinária) da CONFRADEMS, divulgou nota de esclarecimento sobre os fatos mencionados.
Segundo a instituição, a condução da abertura da Assembleia Geral Ordinária, de caráter estadual, seguiu rigorosamente os protocolos de cerimonial adotados em eventos oficiais.
De acordo com a nota, foi concedido o uso da palavra ao prefeito Cassiano Maia por ocupar a chefia do Poder Executivo do município anfitrião, prática classificada como “cortesia institucional”. A organização destaca que outras autoridades presentes, como o Presidente da Câmara Municipal, Vereador Tonhão, não fizeram uso da palavra, evidenciando o critério adotado.
A Instituição religiosa também afirma que não houve qualquer manifestação de natureza eleitoral durante o evento. Conforme o esclarecimento, a fala do prefeito limitou-se a uma saudação institucional e ao reconhecimento das atividades desenvolvidas pela igreja.A nota reforça que não houve pedido de votos, promoção de candidatura ou apresentação de propostas de governo, destacando que a conduta está alinhada ao entendimento da Justiça Eleitoral quanto à distinção entre atos institucionais e propaganda política.
Outro ponto abordado refere-se ao fundamento bíblico da prática adotada. A instituição menciona o princípio da honra às autoridades, com base em Romanos 13:7, ressaltando que o reconhecimento de agentes públicos integra valores cristãos de respeito e cidadania.
Ainda segundo a nota, o púlpito permanece como espaço destinado à fé e à verdade, sem abertura para finalidades políticas ou partidárias.
Ao final, a Igreja Assembleia de Deus e a CONFRADEMS reafirmam o compromisso com a transparência, a legalidade e o respeito à separação entre Estado e religião.
Confira abaixo a nota na íntegra

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